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Justificativa da Composição da Rede Amazônia Global
Rede Amazônia Global · Cooperação Interinstitucional

Justificativa da Composição da Rede

Uma resposta estratégica e inovadora para reposicionar o Brasil no cenário internacional da ciência e da sustentabilidade, reconhecendo a Amazônia como centro de excelência científica e cooperação transnacional.

Propósito estratégico

Esta Rede é uma resposta estratégica e inovadora à necessidade de reposicionar o Brasil no cenário internacional da ciência e sustentabilidade, transformando a Amazônia em centro nevrálgico de excelência científica e cooperação transnacional.

Composta por instituições de quatro biomas do país, a Rede se destaca por seu ecossistema de internacionalização mutuamente colaborativo, no qual as experiências únicas de cada Instituição de Ensino Superior são integradas de modo sinérgico e horizontal, estimulando o desenvolvimento institucional e o equilíbrio regional.

5 Instituições de Ensino Superior
4 Biomas brasileiros integrados
5 Temas centrais de cooperação
Norte Eixo estratégico da internacionalização

Instituições que compõem a Rede

Competências complementares organizadas de forma cooperativa, sinérgica e horizontal.

Norte · Coordenação

UFPA

Âncora do projeto, com liderança científica na Pan-Amazônia, infraestrutura robusta e atuação consolidada em redes internacionais.

Norte · Tríplice fronteira

UFRR

Integração plurilíngue com países amazônicos, cooperação internacional e diplomacia científica em região de fronteira.

Nordeste

UEMA

Elo entre o Semiárido e a Amazônia, com atuação em inovação social, extensão tecnológica e inclusão de populações historicamente marginalizadas.

Centro-Oeste

UNEMAT

Inserção fronteiriça e atuação em área de transição entre três biomas, interiorizando oportunidades e conectando Norte e Sul.

Sul

UEM

Maturidade acadêmica, experiência em redes de pesquisa e currículo internacionalizado para fortalecer a mentoria técnica e reduzir assimetrias.

Complementaridade institucional

A UFPA, maior instituição científica da Pan-Amazônia e maior produtora mundial de ciência sobre a região, é a âncora do projeto, reconhecida por sua atuação multilateral, infraestrutura robusta e liderança consolidada em redes internacionais. A UFRR, situada em região de tríplice fronteira, agrega valor estratégico ao viabilizar parcerias plurilíngues com países amazônicos, conferindo à Rede capacidade singular de integração internacional e diplomacia científica.

A UEMA, elo entre o Semiárido e a Amazônia, solidifica o compromisso da Rede com a inovação social, a extensão tecnológica e a inclusão de populações historicamente marginalizadas, especializando-se em projetos de impacto regional e nacional junto a comunidades rurais, indígenas e quilombolas. A UNEMAT fortalece a Rede por sua inserção fronteiriça estratégica e por estar situada em área de transição entre três biomas, inovando ao interiorizar oportunidades acadêmicas e estabelecer conexões valiosas entre Norte e Sul.

A UEM oferece maturidade acadêmica, vasta experiência em redes de pesquisa e currículo internacionalizado, sendo capaz de fortalecer a mentoria técnica sobre as demais instituições para promover práticas de excelência e reduzir assimetrias regionais e institucionais.

Cinco temas centrais

Cooperações pré-existentes e competências complementares orientadas aos desafios da Amazônia.

01

Saúde Planetária

UFPA lidera em genômica e saúde tropical; UFRR contribui com saúde pública indígena e de fronteira; UEMA e UEM conectam fisiologia humana e políticas territoriais.

02

Biodiversidade e Mudanças Climáticas

UFPA e UEM articulam ecologia e modelagem climática; UNEMAT amplia o alcance para Cerrado e Pantanal; UEMA conecta o Semiárido e fortalece comparações inter-regionais.

03

Transição Energética

UFPA atua como polo de inovação em mobilidade elétrica e redes inteligentes, articulando computação aplicada e comunicação com UEMA e UFRR.

04

Habitar a Amazônia

Direito, planejamento territorial, migrações, fronteiras, inclusão, educação intercultural e gestão são integrados pelas competências das cinco instituições.

05

Bioeconomia

UFPA lidera redes baseadas em conhecimento tradicional e cooperação Sul-Sul, enquanto as instituições parceiras ampliam a territorialidade e conectam cadeias produtivas locais à inovação.

Articulação científica nos temas estratégicos

Nos cinco temas centrais propostos, as instituições exercem papéis complementares e essenciais pautados em cooperações mútuas pré-existentes. Em Saúde Planetária, a UFPA lidera em genômica e saúde tropical, a UFRR traz expertise em saúde pública indígena e de fronteira, e a UEMA e UEM reforçam a conexão entre fisiologia humana e políticas territoriais.

Em Biodiversidade e Mudanças Climáticas, UFPA e UEM formam redes de referência em ecologia e modelagem climática, enquanto a UNEMAT expande o alcance para Cerrado e Pantanal e a UEMA para o Semiárido, favorecendo comparações inter-regionais e estudos de conectividade ecológica que fortalecem os programas da UFRR.

Em Transição Energética, a UFPA consolida-se como polo de inovação com parcerias de ponta para mobilidade elétrica e redes inteligentes, articulando estudos em computação aplicada e comunicação com UEMA e UFRR. No eixo Habitar a Amazônia, a expertise da UFPA em direito e planejamento territorial encontra o conhecimento da UFRR sobre migrações e fronteiras, enquanto UEMA e UNEMAT fortalecem abordagens em inclusão e educação intercultural e a UEM os aspectos de educação e gestão.

Já em Bioeconomia, a UFPA lidera redes interdisciplinares de alto impacto baseadas em conhecimento tradicional e cooperação Sul-Sul, com as demais instituições ampliando a territorialidade e conectando cadeias produtivas locais à inovação.

Cooperação horizontal Integração equilibrada das competências e experiências de todas as instituições.
Equidade regional Redução das assimetrias acadêmicas, científicas e institucionais.
Inclusão social Prioridade para regiões subrepresentadas e populações vulnerabilizadas.
Impacto internacional Produção científica conectada aos desafios amazônicos e globais.